domingo, 14 de agosto de 2011

quando chorar todo este azul
a pele se abrirá destino


quando destino se compor
 num vento
 eu irei toda areia.



3 comentários:

  1. me lembraste aquelas tempestades no deserto que nunca assisti, mas mesmo assim a pele guarda reminiscências,



    beijo

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  2. Qualidade não falto por aqui... Amei seus espaços!
    Bj poético!

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amig@s

aquilo que queria dizer.

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