sexta-feira, 11 de novembro de 2011

correu de boca em boca a mordaça
 por quanto  (...)  escorria pelos ouvidos
desovulando o coração azul
com uma diferença de 5 horas menstruou,
víboras.

4 comentários:

  1. é tempo de sangrar veneno sobre a inocência que o azul revela.

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  2. oh medusa dos meus dias, quem te vai trançar os cabelos



    beijo

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  3. dores de parto de roseira: o coração entrançado em todas elas.

    poema forte, como tem que ser.

    Abraços!

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amig@s

aquilo que queria dizer.

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