terça-feira, 18 de maio de 2010

um dia maluquei, total. e uma voz no ouvido, todo maluco escuta uma voz. a minha é de homem, ufa!, rouca, que diz que me ama.


e uma ideia não saiu de mim. a das citações. a maluquice toda resumia, subvertia, a ideia de propriedade intelectual das ideias. e a troca de almas. vivíamos trocando de almas. e portanto o acesso ao rascunho do texto em mente de alguém era carne de vaca para todos. e portanto a propriedade era vaidade de alguns.


poxa, eu te digo: se o texto é SEU por que é preciso te citar?,

porque eu vendo melhor e ganho mais por isso, ser meu, chapeuzinho vermelho - disse o lobo-mau.

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